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Aluno e Professor. Sempre aluno.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

12. Luca Carboni, «Luca Carboni»

Estavaa faltar um disco italiano. A voz do Luca Carboni é daquelas que trago sempre por perto, em casa, no carro, onde calha. Tinha de escolher um disco italiano. Escolhi o Carboni, como poderia ter escolhido outro. São as memórias mais uma vez que conduzem as minhas escolhas. E os afectos também.

Luca Carboni, "Farfallina"

11. José Afonso, «Cantigas do Maio»

Existe uma época do ano em que regresso sempre em peregrinação a este disco. É nas coisas mais simples que o brilho mais nos ofusca.

José Afonso, "Cantigas do Maio"

10. Everything but the Girl, «Baby, the Stars Shine Bright»

Sempre gostei de música pop. A minha costela pop, encontra conforto em muitos grupos dos meus anos 80, mas escolhi os Everything. Gosto muito do ambiente, da harmonia. Para mim, é tudo bonito.

Everything but the Girl, "Come on Home"

9. Virginia Astley, «Hope in a Darkened Heart»

Foi num Natal longíquo que ouvi pela primeira vez este álbum. Ainda hoje fico preso ao encantamento doce que ele produz em mim. Gosto da voz suave da Virginia Astley que aqui tem uma companhia de luxo.

Virginia Astley

8. Some Like it Hot

Sempre gostei de musicais dos anos 40 e 50. A Marilin canta de uma forma única e é nas contradições do que diz cantando que se revela ainda mais encantadora. Para compreendermos a vida, temos de, em primeiro lugar, compreender que "ninguém é perfeito".

7. Stewart Copeland, «Rumble Fish»

Esta é a música de mais um filme. Um filme que fala de uma energia bruta, mas silenciosa. Uma energia que julgamos possuir apenas numa fase precoce das nossas existências, mas que permanece. Eu trago-a comigo.

The Smiths, «The Smiths»


6. The Smiths

"Tudo o que desejo sublinhar é o princípio segundo o qual a Vida imita a Arte muito mais do que a Arte imita a Vida, e estou certo de que, se pensares a sério na questão, verás que é verdade. A Vida ergue um espelho em frente à Arte, e, ou reproduz algum tipo estranho imaginado por qualquer pintor ou escultor, ou realiza de facto aquilo que foi sonhado na ficção. De um ponto de vista científico, a base da vida - a energia da vida, como lhe chamaria Aristóteles - é simplesmente o desejo de expressão, e a Arte está continuamente a apresentar várias formas através das quais uma tal expressão pode ser conseguida."

Vivian a Cyril, no diálogo que mantêm em «O Declínio da Mentira», de Oscar Wilde

Real around the fountain

5. Ry Cooder, Paris, Texas

Mais um filme. Outra história de amor. Desta vez de destinos trocados e tristes, de pessoas que vagueiam, sem destino, porque provavelmente não souberam reconhecer os sinais adequados no tempo certo. É a vida…

Ry Cooder, Paris, Texas